“Tribunal determina que Secretaria de Estado da Cultura e Fundação Padre Anchieta devolvam R$ 16 milhões a cofres públicos”
Abro o Caderno 2 do Estadão e me deparo com isso aí em cima. Houve, aparentemente, um gasto irregular com a Osesp, entre 2002 e 2004; “a manutenção da orquestra, naquele período, foi feita por intermédio da Fundação Padre Anchieta (TV Cultura), e o dinheiro era proveniente da Secretaria de Estado da Cultura”. ‘Intermédio da TV Cultura’? Bom, quem pode dizer que é uma surpresa essa enorme burocracia?
Pois deviam ordenar também a devolução de 99% do salário do Neschling. O cara ganha cerca de R$400.000 por mês e ainda faz um trabalho vagabundo! Porra, por 400 paus por mês ele devia reger no mínimo (e mínimo mesmo…) como um Karajan!
Dezembro 14, 2007 às 12:07 pm
ah, esse mundo em que vivemos…
Janeiro 8, 2008 às 10:00 pm
olha tem uma cria desse canalha aqui em Sergipe! fazendo as mesma coisas, o nome dele e Guilherme mannis, ele é um grande sacana com os músico, já denuciamos para o secretario d cultura do estado e ate o governador, minha opinião e que canalhas desse tipo tem cair fora, façam uma comunidade para detonar esse cara, tipo a nossa “orsse liberdade e expreçao” Abraço..
Janeiro 8, 2008 às 10:27 pm
Esse Guilherme eu conheço e não vale nada. aqui em são paulo ele não vai ser maestro nunca, que tristeza orquestra sinfõnica de Sergipe.